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Diferença entre radiofrequência e tecarterapia: Você conhece?

Existem diversas tecnologias que são usadas para tratamentos dentro da área de saúde e bem-estar. Para atender melhor os pacientes ou entender porque aquele método foi indicado por um especialista é necessário compreender melhor as características de cada um.

“Quando escolhemos determinado  equipamento temos que ter a certeza de que aquele é o ideal e para isso, precisamos entender as funcionalidades físicas e fisiológicas que implica em seu uso”, explica Débora Modena, fisioterapeuta parceira da Ibramed.

Para a profissional, é importante se atentar as reações que o organismo recebe quando o material entra em contato com a pele. “Por exemplo, quando ocorre o aquecimento da área normalmente sente-se um leve calor na área aplicada e quando é por ondas, sentimos o movimento de tremor porém bem leve, em muitos casos. Quando há outras sensações devemos ficar atentos”, explica.

A tecarterapia, no início, foi definida como sendo uma evolução da radiofrequência que logo foi visto que não era assim. Isso porque, o equipamento para tal função exige uma troca com o meio ambiente para assim aquecer a área, ação que não ocorre com a tecnologia. Além disso, possui aplicadores capacitivos e resistivos, o que faz com que apesar de terem o mesmo direcionamento cada uma tenha uma forma de atuação.

Para a fisioterapeuta não há um que seja melhor que o outro, mas sim específicos que auxiliam para determinadas ações. “Quando entendemos como cada um funciona, conseguimos saber o que é mais indicado para aquele paciente no momento”, finaliza a doutora.

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