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Municípios querem fila única de leitos de UTI

Estadão informa que a Confederação Nacional de Municípios (CNM) elaborou estudo em que defende a implementação da fila única de leitos de UTI para tratamento de pacientes com coronavírus. O documento aponta a disparidade entre os leitos privados e públicos: a oferta, no primeiro caso, chega a ser quatro vezes maior, diz o levantamento.

A CNM calcula que, se aplicada a medida, 16 dos 26 Estados do País mais o DF devem passar a ter mais de um leito de UTI para cada dez mil habitantes, alcançando a meta mínima da OMS.

 “A regulação absoluta de leitos pode significar a potencialização das ações de enfrentamento à covid-19”, diz a confederação. “Colegiados não podem ignorar a pauta, sob risco de promoção da ‘não gestão’ de toda da rede (de saúde).”

A CNM cita ainda que a lei do SUS prevê a requisição de bens privados, assegurada justo pagamento ou indenização.

Essa proposta já havia sido feita oficialmente ao Ministério da Saúde por outras entidades, como o Conselho Nacional de Saúde, mas enfrenta muita resistência no governo. Até o momento está na gaveta.

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