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Mulheres na linha de frente do Grupo NotreDame Intermédica compartilham experiências de vida antes e durante a pandemia da Covid-19

Com 80% da equipe composta por mulheres, RH oferece benefícios diferenciados, entre eles, um programa para colaboradoras durante a gravidez

Neste 8 de março, comemora-se o Dia Internacional da Mulher, uma data que estimula à reflexão em diversas áreas sobre o protagonismo feminino. No Grupo Notredame Intermédica (GNDI), 80% dos mais de 22 mil colaboradores são mulheres, e muitas delas têm histórias profissionais emocionantes, exemplos de superação e profissionalismo antes e durante a pandemia da Covid-19.

Ao longo dos seus 53 anos, que completa em março, o GNDI tem se mantido atento à igualdade de direitos entre gêneros e entende, entre outras questões, que as mulheres passam por uma transformação com a chegada dos filhos. Por isso, criou programas como o Mãe Coruja – que oferece às colaboradoras todos os cuidados desde o pré-natal até a primeira consulta com o pediatra – e o Gestação Segura, que conta com benefícios como cursos gratuitos de preparo para o parto e uma equipe multiprofissional à disposição para tirar dúvidas.

“O maior reconhecimento que temos é além do financeiro”, conta enfermeira que trata pacientes com Covid

A história de Benedita Justino Ferreira se confunde com a de milhões de brasileiras, que desde cedo precisaram entrar no mercado de trabalho para ajudar a família. Com 14 irmãos, Benedita saiu cedo de casa, no interior do Paraná, e foi para São Paulo. Desempregada e com recursos limitados, contou com a ajuda do irmão para custear o curso de enfermagem, na Cruz Vermelha.

“Para nós, mulheres que trabalhamos na pandemia, é estressante e gratificante. Acabamos nos colocando no lugar de uma mãe internada, ou do filho que não pode vê-la”, conta. Atualmente na clínica médica para Covid-19 do Hospital Salvalus, que faz parte da Rede Própria do GNDI, ela conta que os desafios surgidos desde o início da pandemia apenas reforçaram o seu compromisso com o trabalho.

“Essa é mais uma responsabilidade para nós. Todos os dias, levamos mais que medicamento a esse paciente: trazemos empatia e companhia para pessoas que lutam pela vida. O maior reconhecimento que temos é além do financeiro”, emociona-se.

Há três anos no GNDI, Benedita se diz muito satisfeita com as oportunidades dadas pela empresa, com um quadro feminino em níveis hierárquicos diferentes e muito representativos. “Dentro do Salvalus, vemos que a maior parte são mulheres. Isso é muito bom para nossa representatividade”.

De cortadora de cana a mestranda, Maria aprendeu a ser enfermeira no GNDI

Para Maria Aparecida Marques Pereira, o GNDI representa não só uma empresa, mas também um momento de mudança de vida. Nascida em Brazilândia do Sul (PR), cidade com pouco mais de 2 mil habitantes, ela passou os anos da juventude trabalhando como cortadora de cana, sem ter concluído o Ensino Médio.

“Em 1999, fui para São Paulo e, desde então, consegui fazer faculdade de Enfermagem três pós-graduações na área. Isso tudo com três filhos”, comemora. “Me formei em Enfermagem aos 38 anos, em 2012, e defendi em dezembro do ano passado uma tese de mestrado na área de educação”.

Pouco tempo após a graduação em Enfermagem, ela passou a trabalhar no GNDI, no Hospital Salvalus, onde encontra-se até hoje: é profissional da UTI adulta. “Gosto demais do que faço. A gente está vivendo uma sobrecarga maior de serviço por conta da pandemia, mas aprendo muito. O GNDI é a empresa que me ensinou a ser enfermeira”, conta.

Como mulher, Maria está ciente do exemplo de superação que é. Por isso, sabe que ainda existe muito o que evoluir em diversas áreas da sociedade. “Ainda existem muitas mulheres que estão presas a algo que o sistema ‘não permite’: uma família, um marido ou uma visão do mercado de trabalho. Ainda temos muito o que melhorar”, reflete a enfermeira.

Atendente do Notrelabs perdeu gestor, vítima da Covid-19, durante a pandemia

Os laboratórios do GNDI também têm sido parte vital do trabalho de prevenção à Covid-19, realizando exames e testes que auxiliam no controle de infectados pelo Coronavírus. Luisa Gonçalves de Azevedo, da Central Lapa, conta que o dia a dia da pandemia trouxe, também, ter que lidar com o luto da perda de um colega querido.

“Perdemos um gestor durante a pandemia, vítima da Covid-19. Uma pessoa de um enorme legado ético e moral, que para mim significou muito na minha trajetória”, relembra Luisa.

Ciente da importância que é o trabalho na linha de frente, Luisa ressalta o quão gratificante é fazer a diferença na vida das pessoas. Desde 2000 no GNDI, entre idas e vindas, ela enaltece a sensação de autonomia e reconhecimento às mulheres em cargo de coordenação.

“Tenho uma gratidão imensa por esse tempo de trabalho no GNDI”, diz. “Hoje, já temos as mulheres avançando cada vez mais em cargos de chefia e alta gestão. Espero crescer cada vez mais”.

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