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Assista ao vídeo: Presidente da CNseg defende medidas para enfrentar os desafios da saúde suplementar

Está disponível, no portal da CNseg , o vídeo com a gravação do painel de abertura do Fórum de Saúde e Previdência, realizado pela Associação Brasileira de Recursos Humanos do Rio de Janeiro (ABRH-RJ), cujo tema “Os impactos da pandemia na gestão de saúde pelas áreas de Recursos Humanos nas empresas” foi debatido por Marcio Coriolano, Presidente da Confederação Nacional das Seguradoras – CNseg e Paulo Sardinha, Presidente da ABRH, com mediação do Diretor-Gerente da Bradesco Saúde, Flávio Bitter.

No Fórum, Marcio Coriolano disse nos últimos 12 anos a saúde suplementar cresceu muito acima do PIB, em um movimento contracíclico, em reação às dificuldades de acesso à saúde pública. Nesse período, disse ele, também houve um aumento dos custos do financiamento da saúde gerado, entre outros fatores, pelo “formidável desenvolvimento da tecnologia em saúde” e pela reorganização da cadeia de assistência, que mudou o foco da atenção primária à saúde para a secundária (diagnósticos) e terciária (internações). Isso, segundo ele, gerou uma disputa por quem suporta os custos, entre o segmento que financia (as operadoras de planos de saúde) e os prestadores de serviços (médicos, laboratórios, hospitais). Mais recentemente, lembrou Coriolano, o aumento dos sentimentos de finitude e de aversão a riscos gerados pela pandemia fizeram com que a população adotasse um padrão mais elevado de preocupação com a saúde e as empresas redobrassem a preocupação com a saúde de seus funcionários.

Diante da persistência desse modelo do cuidado com a saúde e a dificuldade de seu financiamento, o Presidente da CNseg propôs a busca de soluções que “integrem toda a cadeia produtiva da saúde”, principalmente os contratantes de planos coletivos (quem paga a conta), através de suas áreas de RH, destacando algumas medidas necessárias, como a maior racionalidade na incorporação tecnológica na saúde; uma maior atenção à saúde básica e à promoção da saúde; a revisão do modelo de remuneração de prestadores, valorizando o desfecho do tratamento; e a revisão do marco legal do setor. Ele também lembrou que a catástrofe da pandemia é uma entre outras que precisam ser enfrentadas pelos gestores de RH das empresas, citando como exemplo os problemas sanitários do Brasil e os fatores ASG (Ambientais, Sociais e de Governança).

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