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Metrô de São Paulo apoia campanha da SBC e alerta população sobre hipertensão

Até o final de julho, vídeo informativo sobre a doença será veiculado em painéis eletrônicos nas plataformas de acesso das estações e nas Redes Sociais do Metrô de São Paulo

Até o final do mês de julho, em alusão ao Dia Mundial da Hipertensão, 17/5, a Campanha da Hipertensão da Sociedade Brasileira de Cardiologia (SBC) receberá o apoio do Metrô de São Paulo. Em painéis eletrônicos nas plataformas ficará disponível um vídeo de alerta para a população e mensagens serão postadas nas Redes Sociais. A hipertensão é uma doença crônica não transmissível (DCNT) definida por níveis alterados da pressão, em que os benefícios do tratamento superam os riscos.

Em 26 de abril o Brasil lembrou o Dia Nacional de Prevenção e Combate à Hipertensão Arterial, data para conscientizar sobre a importância do diagnóstico preventivo e do tratamento da doença, que tem prevalência na população adulta brasileira em torno de 35%.

A SBC recomenda que o paciente hipertenso não deixe de procurar seu médico para fazer os controles necessários da pressão arterial. A pandemia do coronavírus fez com que muitas pessoas deixassem de ir ao médico por medo de sair à rua, o que aumenta o risco de hipertensão arterial não controlada. É imprescindível que o indivíduo mantenha sua pressão controlada, evitando assim complicações mais graves em caso de Covid-19.

Tratamento é principal aliado

No Brasil, cerca de 300 mil mortes por ano ocorrem por doenças cardiovasculares. A cada dois minutos uma pessoa sofre um acidente vascular cerebral (AVC) ou um infarto agudo do miocárdio. Em 80% dos óbitos por AVCs e em 60% dos decorrentes infartos os pacientes apresentavam hipertensão arterial.

“O cenário é ainda mais grave quando se analisamos que 35% da população brasileira tem pressão arterial elevada. Desses hipertensos, 20% no máximo tem a pressão arterial controlada. Isso porque o grande problema que temos no Brasil é fazer com que as pessoas adiram ao tratamento tanto com medicamentos como com medidas não medicamentosas e práticas de vida saudável”, enfatizou o presidente da SBC, Celso Amodeo.

Ao reconhecer qualquer um dos sintomas, como alteração do movimento e / ou da sensibilidade em uma parte do corpo; dificuldade de fala ou compreensão; dor de cabeça intensa e súbita; tontura ou alteração no equilíbrio; alteração da visão e/ou dificuldade para enxergar, náusea ou vômito, dificuldade para engolir e/ou perda da consciência (desmaio) – é importante procurar ajuda médica, pois os profissionais de saúde têm um curto espaço de tempo para atuar: a cada minuto, milhões de neurônios podem ser perdidos durante um AVC. Quanto mais cedo for iniciado o tratamento, maior é a chance de recuperação.

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